Turbo Curitiba 04 - Gol Saveiro Parati Opala Chevette Marea e mais preparados!

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Turbo Curitiba 04 - Gol Saveiro Parati Opala Chevette Marea e mais preparados!

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Mostrando postagens com marcador Avaliação Audi A1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Avaliação Audi A1. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de maio de 2011

Audi A1


Atrair o público jovem é uma questão estratégica para os fabricantes de automóveis de luxo. Modelos de marcas como Mercedes-Benz, BMW e Audi normalmente são associados a uma faixa etária mais elevada. Gente já bem estabelecida na vida, que pode pagar um preço além do convencional por veículos que superem os padrões normais de luxo, conforto, tecnologia e esportividade. Mas seduzir e fidelizar as novas gerações dessas famílias abastadas é fundamental para garantir bons negócios no futuro. Essa é a missão do A1, apresentado no ano passado com grande sucesso na Europa – onde há filas de espera para o modelo – e que agora chega ao Brasil.


O preço do A1 – a partir de R$ 89.900 – fica exatos R$ 20.100 aquém do A3 2.0 TFSI S-Tronic, de R$ 110 mil, que até então era o Audi de preço mais baixo no país. É o modelo mais acessível que a marca tem por aqui desde 2006, quando a antiga geração do A3 deixou de ser produzida em São José dos Pinhais, no Paraná. Não é um carro barato – e nem era essa a proposta. Sua meta é apresentar os padrões construtivos, estilísticos, tecnológicos, dinâmicos e de acabamento da marca das quatro argolas para um público jovem que, apesar de bem-sucedido, não está disposto a pagar mais de R$ 100 mil por um automóvel. E nem se sente atraído pelo estilo “patriarcal” dos sedãs e utilitários esportivos ou “matriarcal” das peruas e monovolumes.

O novo hatch de duas portas é compacto – são 3,95 metros de comprimento, 1,74 m de largura e 1,42 m de altura. Ou seja, é 6 cm mais comprido, 9 cm mais largo e 4 cm mais baixo que um Volkswagen Gol. O entre-eixos mede 2,47 m – apenas um centímetro maior que o do Gol Na frente, a ampla grade trapezoidal – parte da atual identidade visual da Audi – ostenta as inexoráveis quatro argolas e é ladeada por faróis de xênon com luzes diurnas de leds, retos em cima e sinuosos na parte inferior. Os leds ajudam a dar aos faróis a aparência de um par de olhos meio franzidos, o que reforça o aspecto “invocado” do carrinho.

De perfil, destaca-se a linha do teto em arco, onde a descida abrupta na traseira, em conjunto com o elegante aerofólio sobre o vidro traseiro, ressalta o aspecto esportivo. Na traseira, as lanternas com leds são em forma de asas e integradas à tampa do porta-malas, cuja parte superior é levemente proeminente em relação à parte de baixo, onde fica a placa. Os leds não se restringem aos faróis e lanternas. Eles se tornaram quase uma obsessão da Audi e surgem na iluminação das portas e do teto, nas luzes de leituras, nas luzes para os pés e até nas luzes dos espelhos de cortesia.

Por dentro, o estilo é moderno e “clean”, com volante forrado em couro e bancos em tecido. Uma tela de 6,5 polegadas se destaca no alto do painel. A configuração é de um “2+2” – ou seja, os dois lugares traseiros não são recomendáveis para pessoas altas em viagens longas. Bem de acordo com a moda da customização, quem comprar o A1 poderá escolher se quer o arco do teto em cor contrastante e as cores das saídas de ar internas.

Há interface Bluetooth e opções de conexão com celulares e iPods. Como opcionais, são oferecidos sistema de navegação GPS, teto solar panorâmico elétrico, sistema de partida automática sem a chave – com acionamento através de um botão no painel –, sensor de estacionamento traseiro, piloto automático e áudio Bose de 465 watts, com 14 alto-falantes.

Mas nem só de aparência se faz um sedutor – desempenho convincente é fundamental. Isso fica a cargo do motor 1.4 TFSI de quatro cilindros em linha com 122 cv de potência e 20,4 kgfm de torque máximo – disponível entre 1.500 e 4 mil giros – , com sistema de injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler. A transmissão automática de sete velocidades S-Tronic tem sistema de dupla embreagem – as marchas ficam pré-engatadas para a troca.

Há a possibilidade de utilizar o modo automático na posição S, para trocas em giro mais elevado e desempenho mais esportivo. A troca das marchas ainda pode ser feita manualmente, na alavanca ou através das “borboletas” atrás do volante. Segundo a Audi, o zero a 100 km/h pode ser cumprido em 8,9 segundos e a velocidade máxima é de 203 km/h.

Para reforçar o indefectível marketing “verde” inerente a um modelo tão “antenado” como o A1, o compacto ainda vem com os sistemas Start-stop, que desliga o motor quando o carro está parado para economizar combustível, e Kers, que aproveita a energia das frenagens para reforçar o desempenho do motor. Segundo a Audi do Brasil, já foram comercializadas mais de 600 unidades do A1 no país, mas as entregas começaram esse mês. Estima-se que a fila de espera para comprar o compacto por aqui já ultrapasse os dois meses.

Ficha técnica - Audi A1 1.4 TFSI

Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.390 cm³, quatro cilindros em linha e quatro válvulas por cilindro. Injeção direta de combustível e turbocharger com intercooler.

Transmissão: Câmbio automático com sete velocidades à frente e uma a ré com modo manual sequencial na alavanca ou através de paddleshifts no volante. Dupla embreagem. Tração dianteira.

Potência máxima: 122 cv a 5 mil giros rpm.

Torque máximo: 20,4 kgfm entre 1.500 e 4 mil rpm.

Diâmetro e curso: 76,5 mm X 75,6 mm. Taxa de compressão: 10:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira com eixo de torção.

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS, ESP e assistência de partida em aclives.

Carroceria: Hatch em monobloco com duas portas e quatro lugares. Com 3,95 metros de comprimento, 1,74 metro de largura, 1,41 metro de altura e 2,47 metros de distância entre-eixos. Oferece airbags duplos frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina de série.

Peso: 1.200 kg em ordem de marcha.

Capacidade do porta-malas: 270 litros.

Tanque de combustível: 45 litros.

Lançamento mundial: 2010.

Lançamento no Brasil: 2011.


Fonte: Noticias Automotivas