Turbo Curitiba 04 - Gol Saveiro Parati Opala Chevette Marea e mais preparados!

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Turbo Curitiba 04 - Gol Saveiro Parati Opala Chevette Marea e mais preparados!

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Mostrando postagens com marcador Avaliação mercedes benz 2012. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Avaliação mercedes benz 2012. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Avaliação mercedes benz 2012


A Mercedes pôs a mão na consciência e mudou o tratamento que vinha dispensando à Classe C. Desde a chegada da terceira geração do modelo médio, em 2007, a montadora traçou um plano para “aproximá-lo” conceitualmente dos modelos de entrada da marca, os Classes A e B. O problema é que essa aproximação se deu pela perda de glamour da linha de médios, principalmente na estética e na qualidade dos materiais empregado no acabamento, como a falta de detalhes e o uso de plásticos rígidos. O resultado foi desastroso.

A média história de vendas da Classe C, desde sua primeira geração em 1993, era de aproximadamente 400 mil unidades por ano. Já a atual geração manteve uma média de apenas 250 mil unidades por ano em quatro anos de vida. A perda de quase 40% das vendas do Classe C mundo afora comoveu a Mercedes. Tanto que decidiu promover “o mais profundo face-lift da história da marca” – forma marqueteira de valorizar a correção de um grave erro de avaliação.

No Brasil a história é bem diferente. O C teve sucesso, principalmente por causa do reposicionamento do modelo, com versões com preço inicial abaixo de R$ 120 mil. A linha de médios responde por 60% das vendas da marca, que este ano deve alcançar as 10 mil unidades – o dobro de dois anos atrás. Situação que o Classe C pode ajudar a melhorar, já que os benefícios dessa renovação chegam por aqui da mesma forma. Como o objetivo era injetar luxo e glamour, foi no interior que ocorreram as mudanças mais impressionantes.

Os três modelos que inicialmente chegam ao mercado brasileiro – C180 Classic, C200 Avantgard e C250 Sport – são os de entrada da linha. Mesmo assim já transmitem muito claramente a ideia de luxo.

No revestimento, todas as superfícies plásticas são soft-touch com aplicações em laca ou alumínio escovado, dependendo da versão. Detalhes são em cromado e em metal galvanizado – semelhante a alumínio –, dando contornos ao painel frontal, às entradas de ar e aplicados a botões, alavanca de câmbio e comandos. O desenho dos instrumentos, do volante multifuncional e dos bancos cria uma identificação com modelos superiores, como o CLS e o Classe E. Até mesmo o display interno aumentou – de 3 para 5 polegadas na C180 e para 7 polegadas na C250, que dispõe de navegação por GPS.

O desenho exterior buscou ampliar a percepção de esportividade do modelo. As principais mudanças foram na parte frontal. Ali, o para-choque apresenta volumes maiores nas extremidades que valorizam a robustez do desenho. Os conjuntos óticos ganharam contornos sinuosos na parte superior, o que quebra uma pouco a imagem sisuda que o modelo oLinkstentava.

Nas extremidades inferiores do para-choque, uma linha de leds compõe o day-light – equipamento que será obrigatório na Europa para veículos novos a partir de 2012. Na traseira, o para-choque ganhou uma forte proeminência que passa a funcionar como um aerofólio. Com as mudanças, o coeficiente de penetração aerodinâmica melhorou: era de 0,29 Cx e passou para 0,26.

Via: Noticias Automotivas