
Em relação à participação em outros mercados a marca avançou dois pontos percentuais se comparados os primeiros semestres de 2010 e 2009 (35% contra os 33% de 2009).
Na verdade, foram os países emergentes que impulsionaram os negócios da PSA, cuja intenção é promover 50% de suas vendas fora do continente europeu já em 2015.
Se na Europa as vendas recuaram 0,8% por causa da tragédia japonesa e do cancelamento dos incentivos fiscais, em outro países eles avançaram. Na China, onde o grupo aguarda a aprovação do governo local para criar uma joint-venture com o grupo Changan Automotive, os avanços corresponderam a 10,2% – sendo 3,2% com market share.
Para a América Latina, entretanto, a estratégia adotada foi outra. A empresa focou em modelos adaptados para os consumidores locais – como foi o caso do Peugeot 408 e do Citroën Aircross – e pôde comemorar alta de 21,7%. O lançamento de automóveis premium foi outra aposta que deu certo e que deverá ser mantida no próximo semestre com a chagada do Peugeot 3008 Hybrid4 (primeiro híbrido diesel) e do Citroën DS5.

Fonte: CarPlace
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